Mulher com alergia não conseguiu deixar gatinha sem mãe sozinha. Agora, 7 meses depois…

Uma gatinha sem mãe vagava nas ruas sozinha, até que foi encontrada por uma cdela que parou e alertou sua humana a respeito do bebê felino.

 

Conheça Lu, a gata!

 

“7 meses atrás eu estava passeando com minha cadela tarde da noite, quando ela parou do nada e começou a choramingar. Olhei em volta e avistei o menor gatinho que eu tinha visto”, disse a usuária do imager, .

é alérgica a gatos, mas isso não a impediu de levar a felina para casa. Era por volta de meia-noite, então ela juntou tudo que conseguiu encontrar em casa para alimentá-la e acomodá-la em uma cama quentinha improvisada.

O plano dela era cuidar da gatinha temporariamente e amamentá-la até que voltasse a ser saudável, antes de colocá-la para adoção em um resgate local.

 

Mas a gata tinha com uma ideia diferente…

A pequena gatinha era tão pequena que sua cabeça era menor do que o pequeno prato de molho de soja em que ela estava comendo.

 

 

Lu adormeceu na toca de sua resgatadora depois de comer comida felina. Mas a bebezinha felpuda ainda não estava a salvo. “Ela não conseguia ficar acordada, comer, beber ou brincar, não estava se limpando, rejeitando a comida, não conseguia caminhar e nem manter a cabeça erguida, nada. Realmente assustador”.

Levaram-na ao veterinário. Com 3,5 semanas de idade, ela era muito menor do que deveria ser com sua idade. “Diagnosticaram que havia uma úlcera cobrindo sua língua, causada por desnutrição, o que tornava a auto-limpeza e ingestão de alimentos e líquidos muito dolorosa. Lu também estava com uma infecção respiratória superior, fazendo com que seu nariz e olhos ficassem fechados, vermes, ácaros de orelha e desidratação.”

Mas ela é uma lutadora. A cada dia ela ficava um pouco mais forte e miava um pouco mais alto. “Depois de uma semana sendo alimentada com uma mamadeira e tomando antibióticos, Lu finalmente conseguiu escalar, brincar e ter apetite!”

 

Aos quatro meses de idade, Lu havia crescido e se recuperado completamente. Em pouco tempo, a menina afetuosa conquistou o coração humano de .

Eles pensaram que a disponibilizariam para adoção quando chegasse a hora, mas ela permaneceu com eles…ela já havia encontrado o seu lar eterno.

 

 

Sete meses após o resgate…

“Embora eu seja extremamente alérgica (ou seja: não consigo respirar sem um inalador quando estou perto dos gatos), esta garotinha tornou-se a minha companheirona. Ela desfila pela casa como se fosse a dona do local.”

nunca imaginava como seria a vida perto dos gatos, até conhecer Lu. “Eu realmente NÃO fazia ideia de quanta personalidade os gatos têm! São uns fofos”.

 

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